Moto G35 é bom? Veja se vale a pena investir
Se você está pensando em trocar de celular, mas não quer gastar uma fortuna, é natural se perguntar: moto g35 e bom mesmo ou é só “mais um Moto G” no mercado? Em meio a tantas opções, fichas técnicas e promessas, o medo de fazer um mau investimento é real. Ninguém quer um aparelho que trava na hora da foto, que morre no meio do dia ou que te deixa na mão naquele Pix urgente.
A boa notícia é que o Moto G35 chega exatamente para disputar esse espaço dos intermediários acessíveis, prometendo equilíbrio entre desempenho, bateria e câmeras. A questão é: ele entrega o que promete? Vamos destrinchar os pontos fortes, os deslizes e entender para quem ele vale a pena de verdade – e para quem é melhor olhar outras opções.
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Visão geral: onde o Moto G35 se encaixa no mercado
A linha Moto G sempre foi sinônimo de custo-benefício. O Moto G35 segue essa filosofia, mas em um cenário bem mais competitivo, com marcas como Samsung, Xiaomi e Realme oferecendo muito por pouco.
A proposta do G35 é clara: ser um intermediário básico, focado em quem quer:
- Usar redes sociais sem travamentos constantes
- Assistir vídeos, séries e lives com conforto
- Jogar títulos leves e médios sem sofrer tanto
- Ter bateria para o dia inteiro sem desespero
- Uma câmera “honesta” para fotos do dia a dia
Não é um celular “top de linha disfarçado”, e sim um aparelho pensado para o uso real da maioria das pessoas: WhatsApp, Instagram, TikTok, YouTube, apps de banco e mais algumas tarefas extras.
Design e construção: cara de intermediário, pegada de uso diário
Em termos de aparência, o Moto G35 segue a cartilha dos intermediários atuais: corpo em plástico, traseira com acabamento fosco ou levemente texturizado e módulo de câmeras em destaque. Nada super luxuoso, mas também nada que pareça barato demais.
Alguns pontos que chamam atenção:
- Construção em plástico: mais leve e menos frágil que vidro em quedas do dia a dia, embora arranhe com mais facilidade.
- Leitor de digital na lateral: prático, rápido e intuitivo; desbloquear o celular vira um movimento automático ao pegá-lo.
- Entrada P2 para fone de ouvido: um bônus para quem ainda usa fones com fio e não quer viver só de Bluetooth.
É o tipo de aparelho que você pega e já entende: não é um item de luxo, mas passa credibilidade e aguenta a rotina sem drama, principalmente com capinha e película.
Tela: ideal para redes sociais, vídeos e maratonas
Quem vive com o celular na mão sabe que a tela é praticamente a “janela” para o mundo digital. No Moto G35, ela é um dos pontos mais interessantes para a faixa de preço.
Características típicas desse segmento incluem:
- Tela grande, na casa das 6,5 a 6,6 polegadas, ótima para ver vídeos, ler legendas e jogar com conforto.
- Resolução Full HD+, garantindo boa nitidez para textos e imagens, sem aquele aspecto “embaçado”.
- Taxa de atualização elevada (90 Hz ou similar), deixando rolagem de feed, animações e menus mais fluidos.
Na prática, isso significa:
- Reels e TikToks com rolagem suave
- Melhor leitura em sites, PDFs e e-mails
- Jogos com sensação de resposta mais rápida
Não é uma tela de nível premium, mas atende muito bem quem passa horas em frente ao display consumindo conteúdo. Em ambientes muito claros, como sob sol forte, o brilho pode exigir um pouco mais de esforço visual, algo comum nessa faixa de preço.
Desempenho: dá conta do recado ou trava demais?
Aqui está um dos pontos que mais pesam na decisão de compra. Ninguém quer um celular “novo” com desempenho de aparelho antigo.
O Moto G35 tende a usar um chipset intermediário de entrada (linha Snapdragon ou equivalente), aliado a 4 GB ou 6 GB de RAM, dependendo da versão. Traduzindo para o dia a dia:
- Uso leve e moderado: WhatsApp, Instagram, Facebook, YouTube, apps de banco e navegação fluem bem, com apenas pequenos engasgos em multitarefa mais pesada.
- Jogos: títulos casuais (Candy Crush, Subway Surfers, Stumble Guys) rodam sem drama; games mais pesados (Free Fire, Call of Duty Mobile, PUBG) exigem ajustes gráficos no médio ou baixo.
- Multitarefa: alternar entre 3 ou 4 apps funciona bem; ao encher demais a memória, alguns aplicativos podem recarregar ao voltar para eles.
Um pequeno truque para manter o desempenho saudável por mais tempo:
- Evite deixar dezenas de apps abertos ao mesmo tempo
- Limpes periodicamente apps que você não usa
- Desative animações exageradas nas configurações de desenvolvedor, se souber o que está fazendo
Para quem quer um celular para estudar, trabalhar com apps básicos, usar redes sociais e jogar de forma casual, o Moto G35 cumpre o papel com dignidade. Para uso profissional pesado ou jogos competitivos em alto nível, vale olhar aparelhos com mais RAM e chip mais robusto.
Bateria: um dos maiores trunfos do Moto G35
Se tem algo que o consumidor médio valoriza é bateria que aguenta o dia inteiro. E aqui o Moto G35 tende a brilhar.
Com capacidade na casa dos 5.000 mAh, ele é feito para durar. A combinação de bateria grande com processador econômico e tela bem otimizada rende:
- Uso moderado: 1 dia e meio longe da tomada, com folga.
- Uso intenso: 1 dia inteiro de redes sociais, vídeos, chamadas e apps de trabalho sem entrar no modo desespero.
A recarga costuma ser intermediária:
- Carregador de carga rápida moderada (15W, 18W ou similar)
- De 0 a 100% em algo em torno de 1h40 a 2h, variando com o padrão exato
Nada de revolucionário, mas muito adequado à rotina de quem:
- Passa o dia fora de casa
- Trabalha na rua com apps de mensagem
- Estuda, assiste vídeo e ouve música o tempo todo
Quer alongar ainda mais a bateria?
- Reduza o brilho quando estiver em ambientes internos
- Desative Bluetooth e GPS quando não estiver usando
- Evite jogar com brilho no máximo por longos períodos
Câmeras: boas para o cotidiano, sem promessas exageradas
As câmeras do Moto G35 seguem o padrão atual de intermediários: um sensor principal competente, acompanhado de sensores auxiliares (macro, profundidade ou ultrawide, dependendo da configuração) que ajudam, mas não são o foco da experiência.
É o tipo de conjunto pensado para:
- Fotos de família, pets e amigos com boa luz
- Registros de viagem durante o dia
- Stories, Reels e vídeos curtos para redes sociais
Expectativas realistas:
- De dia: fotos nítidas, cores agradáveis e bom nível de detalhe para redes sociais.
- À noite ou em locais escuros: ruídos e perda de detalhe aparecem; o modo noturno ajuda, mas não faz milagre.
- Câmera frontal: adequada para selfies e chamadas de vídeo, com algum embelezamento de pele típico.
Para quem está acostumado a celulares muito antigos, a evolução é claramente perceptível. Para quem vem de um premium ou quer fotos “profissionais”, é melhor ajustar a expectativa: o G35 é mais “bom companheiro diário” do que “mestre da fotografia”.
Armazenamento, sistema e recursos extras
Outro ponto prático na hora de decidir se o moto g35 e bom é a combinação de armazenamento, sistema e funções adicionais.
Alguns pontos que fazem diferença:
- Armazenamento interno na faixa de 128 GB é cada vez mais comum, o que já atende bem quem guarda muitos apps, fotos e vídeos.
- Entrada para cartão microSD em muitos modelos da linha, permitindo expandir o espaço para quem gosta de guardar tudo localmente.
- Android quase “puro”, no estilo tradicional da Motorola, com interface limpa, poucos apps pré-instalados e navegação intuitiva.
- Gestos clássicos Moto, como chacoalhar para ligar a lanterna ou girar o pulso para abrir a câmera.
Esse conjunto cria uma experiência amigável até para quem não é “tech maníaco”:
- Menos poluição visual
- Configurações mais simples de entender
- Aprendizado rápido para quem vem de celulares antigos
Para quem o Moto G35 vale a pena?
Depois de analisar os principais pontos, fica mais fácil enxergar o perfil de usuário ideal do Moto G35. Ele tende a valer a pena para quem:
- Quer um celular equilibrado e acessível, sem pagar preço de topo de linha.
- Usa o aparelho para redes sociais, estudo, trabalho leve e entretenimento.
- Valoriza bateria forte e não quer ficar caçando tomada a cada poucas horas.
- Precisa de uma tela confortável para vídeos, aulas, filmes e jogos casuais.
- Busca câmeras honestas, sem obsessão por fotografia profissional.
Por outro lado, talvez não seja a melhor escolha se você:
- Joga títulos pesados com frequência e quer tudo no máximo de qualidade gráfica.
- Trabalha com edição de vídeo, fotos pesadas ou muitos apps complexos ao mesmo tempo.
- Exige o máximo em câmera noturna e gravação de vídeo com estabilização avançada.
Em poucas palavras: o Moto G35 faz muito sentido para a maioria das pessoas que querem um celular confiável, atual e com boa autonomia, sem entrar no território dos aparelhos premium.
Se você busca justamente esse equilíbrio entre preço e experiência, usar essas informações como guia pode evitar arrependimentos e te deixar um passo à frente na escolha. Continue explorando os conteúdos do portal, compare modelos, entenda suas prioridades e transforme a próxima compra de celular em um investimento inteligente, não em um tiro no escuro.